sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Integral e Derivadas

O que elas querem, e que nós também acabamos querendo...

"Antes um canalha daqueles, do que homem frouxo e bobão" frase ouvida na petiscaria, sob aquele cenário de cadeiras de ponta cabeça sobre as mesas e água com sabão batendo nos pés das moças. Fitei de soslaio, ainda sem querer muito ir embora também. Achei graça do desgosto das meninas, e um conforto no desabafo da morena de cabelos ondulados que, mantinha no segurar oblíquo do cigarro, também um copo de caipirinha de frutas vermelhas e, que me lembrava uma ou duas meninas pra quem eu deva ter sido canalha. Por si só, o manifesto da mesa das donzelas deveria inspirar os mancebos e, dar o tom da lição de casa. Fazendo com que rapazes que ali estavam, ainda sem dormir, acordassem. Não aconteceu, continua não acontecendo. E não me supreendendo, quando mulheres de um colorido extremamente sinistro, "de repente" desencanam de seus pintores e, resolvem passear por outras galerias.
Pois é mulherada, a historia é a mesma quando o oposto marginal que lhes foge à alçada somo nós. Não tem entrega de oferenda ou pedidos fatalistas que reatem o nó desfeito pelo desgosto.
Minha relação cabulosa com o assunto, não vai me deixar transcrever com presteza ou mínimo de ciência esperados, o mecanismo da engrenagem que embala o delírio do outro por ti. To ligado que me tornei meio rebelde com esse papo de amor, por causa de uma menina. Essa coisa de amor mal resolvido é o cu da cobra!
A tal menina conheci num domingo (é, eu lembro!) daqueles macabros, monótonos aos quais damos como mortos depois do almoço . Ela apareceu do nada, só falou comigo por causa do meu apelido, ouviu, achou curioso. Achou também que não tinha fundamento, por causa disso começamos a conversar, a conversar muito. Um dia a via, no outro não e nos que não via, sentia falta. Descobri que ela tava me evitando porque estava gostando mais do que devia das nossas conversas e, sentindo falta do beijo que eu nunca dava nela quando o combustivel da conversa ia chegando na reserva. Ah, mas o beijo um dia aconteceu e foi bom pra caralho.. do beijo pulamos pra viagens juntos, pra acampamentos, pra eu almoçando na casa dela, pra ela dormindo com minha camisa do são paulo.

Comecei a ficar bolado, tomei gosto por acordar antes dela pra fitar a moça acordar meio sem norte de manhã, coçando os olhos procurando referência, e sorrindo ao sacar que tava nua, usando meu peito como travesseiro. Virou bagunça, porque não era namoro mas também não tava solteiro. Fiquei parado na dela, mas não prosperou não, ela muito racional e eu impulsivo. Vieram os desentendimentos, filha de militar, a vi se mudar lá pra puta que pariu de rodinha. Bolei de vez. Distanciamos. E durante um tempo nebuloso, eu foquei minha treta com ela nas pobres moças que me chamam de canalha hoje. Ela reapareceu esses tempos atrás, ligou em casa, disse que tava namorando, esperou a reaçao.
Tá com medo de me ver porque disse que eu não sou o namorado dela. Enquando não a vejo, trato de não ser egoísta e continuo dividindo meu gostar com as outras.

Bem, eu enrolei pra dizer que nesse caso que é só mais um entre tantos. Mais um par de gente inviável. O que dá a liga é a liberdade, o tempo pra sentir falta e o fazer valer, das coisas que rolaram, rolam ou vão rolar.
É, eu to sabendo que é clichê, mas avisei lá em cima que eu também não manjava muito. No compasso que a dúvida também é muito simples.
Não castre seu caso, não torne o canalha de quem você tanto quer o interesse, num cara desconhecido, que vai acabar esquecendo a moça legal que tu também era.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Da arte de manter um canalha interessado em você...

Atendendo a um pedido pessoal da princesa, darei aqui algumas dicas sobre como uma mulher pode manter um canalha extraordinário interessado nela.
Primeiramente há que se lembrar aqui que o ‘canalha’ ao qual me refiro não é a figura patética do “pegador”,o “gostosão” e coisas afins, mas sim aquele homem que aprecia o melhor da vida e que sabe mostrar que ser bom não significa ser ‘bonzinho’. A regra básica é sempre a mesma: Não há regras. Mas alguns pontos podem ser considerados no sentido de facilitar a relação canalha/princesa.
Não seja grudenta: O canalha gosta de tomar um chopp com os amigos, de jogar poker/videogame/futebol e etcs sem ter alguém obrigatoriamente no pé. No entanto, nunca confunda isso com falta de interesse; sempre demonstre algum interesse pelo que ele gosta, seja pornografia, cinema, neurocirurgia ou histórias em quadrinhos. Você não precisa se tornar fã, nem necessariamente gostar do mesmo que ele, mas tente. O interesse é sempre uma ciência de reciprocidade.
Não mude só pra agradá-lo. Se ele se interessou por você, não tente se transformar no que você ACHA que ele quer. Adaptação é a chave. Incorpore valores, sem perder o seus.
Tenha senso de humor. Canalhas detestam gente de mal com a vida, e ser ranzinza é contagioso.
Saiba conversar, sem fazer drama. Se você não gosta de algo, fale. Choramingo e birra é irritante para qualquer ser humano.
Nunca brigue ou mesmo discuta na frente dos amigos, seus ou dele. Roupa suja se lava em casa, diz-se há séculos, e vergonha alheia é o princípio do fracasso.
Não sinta ciúmes de ex-namoradas ou amigas dele (claro que dentro do limite aceitável. Se a dita o cantar descaradamente, todo canalha vai gostar de ver sua princesa ‘lutar’ por ele, mas sempre com classe e inteligência, nunca com barraco). Se ele está com você é porque não gosta mais delas, logicamente.
Seja criativa, na rua ou na cama. Mulher adora repetir que tem que ser reconquistada a cada dia, daí acaba se acomodando e esperando que o homem faça tudo. Colabore. Pensem juntos, criem juntos, gozem juntos.
Mantenha um padrão mínimo de bom gosto. O verdadeiro canalha gosta de boas mulheres, boa música, boa leitura, bons filmes e assim por diante. Não precisa ouvir só música clássica e amar cinema iraniano, mas se você só gosta de calypso, axé e/ou funk e só assiste musicais e filmes escolhidos por ter um ator gatinho, se você ama paulo coelho e augusto cury, e sua série preferida é malhação, reveja seus conceitos ou desista.
Existem muitas outras dicas que poderiam ser úteis, mas para não alongar demais o texto, resumirei ao seguinte: Para um canalha como eu, a mulher é perfeita por cada idiossincrasia, física e intelectual. Cada mulher é única e especial exatamente pelo que a faz diferente das outras. Seja única. Seja diferente. Seja você, sem no entanto ser intransigente, egoísta ou possessiva. Aprenda a ser canalha como ele, sem deixar de ser princesa. A essência da conquista é tornar conquistado em conquistador e vice-versa, até que só haja o prazer mútuo. Evite rotina, stress, discussões bobas e arrependimentos. Ah, as dicas se aplicam à ambos os sexos, obviamente. Bom proveito...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Da arte de manter uma mulher extraordinária interessada em você

Tem me intrigado a capacidade dos caras de perder o interesse de uma mulher extraordinária. Agora que eu já tenho a minha, e quem já conseguiu sabe que, como todo o resto, manter dá muito mais trabalho e gasta o triplo da energia do que conseguir. É mais fácil se manter na putaria, mas as mulheres que valem à pena valem à pena. E não posso discutir isso.
Vejo ser correntemente cometido alguns erros crassos por aí guiados por clichês sociais banais estimulados pelas novelas da Globo. E vi muito recentemente alguém perder uma chance de pontos de ouro com o amor da vida dele porque “negou até a morte” uma coisa que era meio óbvia. Graças a uma dominação ficta corrente masculina, é possível que uma mulher perdoe uma traição, uma mentira ou qualquer cachaça errada que você fez se você souber o que fazer quando ela descobrir.
Não duvide da inteligência dela e não questione o óbvio. As mulheres inteligentes sabem que o são e há uma parcela segura de chances dela ser mais esperta do que você. Todos os nossos neurônios a mais são uma tentativa vã de nos equiparar a sapiência delas e elas saíram dos bastidores do comando, porque mandar em tudo elas sempre mandaram, recebendo créditos por isso ou não, porque sempre fomos incompetentes demais no serviço. Então, se ela sabe é porque aconteceu e negar até a morte só funciona se a sua mulher for comum e vê novela da Globo em caráter de urgência.
Agora que você assumiu, ela vai querer saber a razão do acontecido. A culpa, mediatamente, deve ser sempre dela, que hipnotiza a sua pessoa com algum de seus talentos que você sempre deve mencionar e deve ser alguma coisa sensual mas não sexual: o sinal do seio dela, o sinal do pescoço, do nariz. Se reconheça sempre como um fraco diante dos encantos dela e a convença de que tudo o que você fez foi tentando não ser tão vulnerável diante dos cheiros dela. Há sempre uma boa razão.
Uma mulher não precisa de um homem. Qualquer serviço contratado cumpre todas as nossas funções, mas nós sempre precisaremos delas e por isso nossa única escolha é fazer com que elas nos queiram. Daí a necessidade de serem conquistadas dia a dia, vez que você é homem e limitado e ela é uma mulher e isso já basta pra lhe manter interessado e igual a você ela encontra em qualquer lugar. Tenha sempre isso em mente.
Se você já tem a atenção de uma mulher que te inspire, não esqueça de pequenos detalhes nela que você deve mencionar sempre pra ela saber que você lhe atribui valor até nas menores coisas, como o jeito que ela parece feliz tomando sorvete de casquinha e saiba apreciar o que ela tem que a distingue das demais, como preferir filmes sem aquela baboseira romântica do Sparks toda, não é mesmo, Anna?
As mulheres ganharam o mundo que já era delas, mas por debaixo dos panos. Todo mundo sempre soube que a máxima “por trás de um grande homem tem sempre uma grande mulher” não poderia guardar mais verdade. E mulher nenhuma, ainda mais essas raras e espetaculares, fica com você porque precisa. Elas ficam porque querem. E é preciso conviver com isso.
De todo modo, se ajudar, imagine sempre que ela está num elegante salão, mesmo que seja uma boate fuleragem; num vestido preto de saia evasê e um decote V delicado, ainda que seja um jeans e camiseta; e sob as luzes suaves do lugar, enquanto alguém toca Sinatra num piano de calda, você sempre chega num terno bem cortado, ainda que seja a farda do trampo, a toma pela cintura e lhe diz com os olhos enquanto a conduz pelo lugar. Ela vai saber, pelo jeito que você a olha, que é a única do lugar e que pode ser agradável estar com você, e talvez, se você der sorte, pode ser que ela te ame também, porque você deve sempre deixar que ela saiba o quanto você a ama.
E é só por essa sensação fugaz que ela está com você. E pelo jeito como ela ri da sua piada você sabe que ela vai dormir feliz na curva do seu braço e que vai descobrir suavemente o quadril para que você aprecie sua curva delicada enquanto ela dorme, espero que satisfeita, na sua cama.
Recomenda-se escutar Sinatra antes, durante e depois de ler este post.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Chá de Lingerie


Toda essa bobagem do feminismo me enche a paciência a maior parte do tempo. Mas o que me fascina é que as tradições seguem mudando e evoluindo como as próprias mulheres que hoje, senhoras de si e de suas próprias sexualidades, arrumaram novos meios de continuar se vangloriando de conseguirem o bem mais cobiçado de todos os disponíveis para desejo: um homem.

Se antes os chás de panela serviam para as recatadas noivas ganharem jogos de xícaras, panos de prato e tupperwares, para prepararem os pratos preferidos dos futuros maridos, hoje isso não é mais possível. Não fica bem ao sexo feminino ser conhecido por “esposa” quando pode o ser por “mulher”. Não cabe a Mulher reduzir as necessidades e interesse no casamento a um jogo de panos de garrafão. A Mulher de hoje é mais segura de si e sabe que seu salário é tão importante quanto o do homem e não raro mais alto do que o dele.

Daí se tira que ela é certa de sua sexualidade, ciente que peito é um bem perfeitamente substituível – num mundo onde se substitui a virgindade, peito, bunda e cintura fina é o de menos. E sabem que o que sexo no casamento é fundamental para que o ele dê certo.

E o movimento feminista deu às mulheres a segurança para serem elas, e as mulheres estão livres pra fazer o que querem, e toda mulher sabe que não basta casar, é preciso que todos saibam que se está casando. E é preciso mostrar que o seu marido é melhor que os outros e o bom e velho “eu tenho e você não tem” é sempre divertido e insubstituível. E nada faz isso melhor que o chá de lingerie.

Chá de Lingerie é uma coisa que a noiva faz pra mostrar para as amigas solteiras que ela é melhor do que elas por ter um homem que quis casar. Então, ela pensa que coisas para a casa e nada pra si enquanto pessoa ela já vai ganhar de presente de casamento, e por isso, para se lembrar de que também é gente, ela reúne as novas e velhas amigas para presentear com toda a sorte de apetrechos sexuais e lingeries indecentes.

A várias mulheres juntas você acrescente lingeries sensuais, bebida alcoólica livre e pênis de chocolate de vários tamanhos. Claro que é ótimo, claro que é indecente, claro que só se fala– e se a noiva errar a cor até simula- sacanagem. É de um sadismo tal que acaba forçando a imaginação das pobres amigas solteiras a imaginar a noivinha usando as peças com o maridón na noite de núpcias quando a noiva, completamente embriagada e seminua – e sim, ela tem o corpo que as amigas solteiras não têm e ela prova isso dançando o Creu na velocidade 5 sem balançar nada – simulando o ato no chão do salão de festa vestida de coelhinha.

Como se isso tudo não bastasse, ainda há os pintos de chocolate. Ah! Os pintos de chocolate.



ps.: eu não vou me casar agora, mas eu quero fruit de la passion

terça-feira, 1 de setembro de 2009

LADIES AND GENTLEMEN, WE ARE FLOATING IN THE SPACE....


Agradeço a gentil apresentação da minha querida Gui, e vou direto ao ponto.
Sou o novo!
E digo mais: Uso meu nome, do qual me orgulho tanto quanto de tudo o mais do pouco que tenho.Não preciso de pseudônimo pra dizer nada a meu respeito.
Álesson Paiva. Escritor, poeta, canalha. O prazer é seu.
Não conto historinhas. Muito menos vantagens. Não ensino nada a ninguém. Ao menos não de graça.
Mas, a título de primeira participação, deixo aqui amostras grátis importantes para as crianças se situarem na bagaça que pensam conhecer:
1 - Vocês não sabem nada, e se pensam que sabem, isso só quer dizer que sabem menos ainda;

2 - Um canalha nunca, jamais e em tempo algum trata mal uma mulher;

3 - Se você humilha uma mulher, ou aplaude quem o faz, seja por qualqer causa, motivo, razão ou circunstância, você não é canalha, é muleque;

4 - A vingança do canalha, o verdadeiro, mesmo quando traído ou coisa que o valha, é no mínimo ficar amigo da traidora, conseguir outra melhor e passar na cara da ex, "inocentemente";

5 - Um canalha não é um mal caráter, ou um cafajeste. É um conquistador com personalidade única, que sabe antes de tudo que seu dever é servir às mulheres, mesmo que à sua peculiar maneira;

6 - At last, but not least, se você precisa mentir ou contar vantagem pra "provar" que é canalha, parabéns, você é um idiota...

sábado, 29 de agosto de 2009

Um Novo Canalha

Depois de um tempo ausente do meu belíssimo reino, eu volto tendo a certeza de ter cumprido satisfatoriamente minha obrigação de Princesa. Fui em busca de um novo Canalha para o blog. A razão que eu posso dar àqueles que acham que já são muitos é simples: há quem venha ao blog aprender a se defender ou ser, a depender das intenções de cada um, dos/um Canalha. E a estes primeiros adianto que se o Canalha for uma jóia que nem os meus Canalhas, não adianta se defender que não tem jeito. De outro modo, se você pretender se tornar um canalha e por isso a leitura deste blog, informo que persista, a despeito de ser extremamente difícil se tornar um Canalha como estes do blog, o tempo que você passa lendo nunca é em vão.
Este novo Canalha que trago, trago com um especial sentimento de felicidade, dado que tenho tentado trazê-lo já tem um tempo coincidente com a idade do blog. E agora ele veio, veio moleque e poeta como só ele sabe ser. E tem um ar de quem sabe das coisas, e eu adianto que ele sabe realmente. Mas ele não precisa de maiores apresentações, suas linhas se fazem sozinhas e eu gosto bastante delas, vocês hão de convir.

E fico por aqui, pois eu tenho a felicidade de ter um Canalha a mais a me servir no meu reinado.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ser canalha é genético!

Na história que acabei de postar falei do meu pai... e acabei me lembrando de uma história que ele contou uma vez na minha presença.

Primeiro, introdução: estava eu, meu pai e um cara que trabalha pra ele jantando num restaurante relativamente caro em Curitiba, uns 3 anos atrás e estávamos sendo, quase literalmente, regados à vinho.

Não lembro qual era o contexto exato, mas tinha algo a ver com "o modo de fechar uma venda em um cliente chato" e eis a história que ele contou:

Uma vez, quando ainda era solteiro (disse ele...) tinha uma menina feinha na cidade onde ele morava, em seus 17 pra 18 anos, que era louca pra 'ir pros finalmentes' com ele. Ela era moça de família rica, assim como meu pai e as famílias queriam ajeitar as coisas pra dar em casamento e, como bons gringos, 'juntarem os dotes bem dotados'... então meu pai, que nunca gostou de ser pressionado mas que trabalha bem sob pressão, aceitou as pressões familiares e saiu com a dita cuja (lembrem-se que estamos na década de 60)...

Depois de tomarem 'guaraná que passarinho não bebe', pararam o carro num belvedere (aqueles mirantes estilo filmes americanos dos anos 80, onde os casais vão para se pegar mas geralmente são sequestrados, assassinados ou coisa pior) e começou a azeitar a moça... mão pra lá, mão pra cá e tira a calcinha e deixa peladinha e na hora 'agá' rejeitou a mocinha, jogou a calcinha dela pela janela e levou ela pra casa... vejam só isso: ele rejeitou ela e aida levou ela até a casa dela!!! MESTRE!!! Já me amassaram algumas portas de carro por coisas 'parecidas', mas nunca consegui fazer o oposto do que uma mulher quer e ainda levar ela dali pra qualquer lugar... imaginem a cena, a mulher humilhada sentada, se escondendo entre os ombros, encolhendo o pescoço... enquanto meu pai dirigia de volta à cidade... MESTRE!!! E me desculpem as mais feministas de plantão, mas BEM FEITO pra ela! Uma coisa é querer juntar trapo com alguém, outra coisa é meter família no meio da história... é degradante, humilhante e ultrajante...

É por essas e outras que dou ouvidos aos conselhos do meu pai... realmente quero ser que nem ele quando tiver barba e cabelos brancos... só não quero ser surdo e cabeça dura como ele mas, de resto, uma cópia viva dele... =)

Acho que era isso então... dois posts em um único dia é demais pra mim...

Abracetas e Beijotas do Sir!